A Câmara do Marco de Canaveses abriu hoje a nova Biblioteca Municipal Poeta Joaquim Monteiro, uma estrutura integrada no futuro Centro Cultural do Marco e que oferece aos utentes três espaços de utilização.
Com capacidade para 20 pessoas em simultâneo, devido à pandemia de covid-19, a nova biblioteca está dividida em áreas destinadas a atividades lúdicas com crianças, espaço de consulta e leitura e espaço multimédia.
A nova biblioteca complementa o futuro Centro Cultural do Marco, obra que resulta da renovação do antigo cineteatro e que custou 1,4 milhões de euros.
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Numa cerimónia simbólica, devido à pandemia, Cristina Vieira, presidente da autarquia explicou que a nova biblioteca “surge mais moderna e com espaços dedicados a públicos alvo distintivos”.
“Este novo espaço vem substituir a antiga biblioteca, que funcionou 29 anos aqui ao lado, e que se pretende que envolva a população marcuense em diferentes atividades”, acrescentou.
A biblioteca, que recebeu o selo “clean & safe”, vai funcionar segundo as normas das autoridades de saúde, mas em horário alargado com abertura ao sábado.
O espaço foi pensado para pessoas com mobilidade reduzida, dispondo de elevador e espaço nas mesas para acolher pessoas em cadeiras de rodas.
A nova biblioteca está, ainda, ligada a seis bibliotecas escolares.
Aos jornalistas, a presidente da Câmara do Marco de Canaveses realçou que o objetivo é integrar a Biblioteca Municipal na Rede Nacional de Bibliotecas, processo que já está em andamento.
“Aguardamos a visita técnica da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas para recebermos deles algumas sugestões, nomeadamente sobre a aquisição de novos títulos”, adiantou Cristina Vieira, acrescentando que a biblioteca tem, atualmente, 18 mil títulos, mas o objetivo é aumentar aquele número.
Questionada sobre a abertura do novo Centro Cultural do Marco, a autarca referiu que a obra “está concluída”, mas aguarda “algumas vistorias”.
“Creio que no primeiro trimestre de 2021 estaremos em condições para inauguração desta obra e gostávamos de o fazer de forma emblemática para todos os marcuenses, com um espetáculo para todos, quando esta situação pandémica nos permitir fazê-lo”.










