A Escola Básica e Secundária de Mondim de Basto acolheu, na segunda-feira, uma conferência onde se debateu o trabalho no feminino e a geografia identitária do concelho, indicou hoje fonte autárquica
“Não há pesca sem redes (de mulheres): trabalho e transformações sociais” foi o tema da 20.ª conferência do ciclo de conferências “Estórias do Minho – Narrativas no Feminino de uma Geografia Identitária”, explica a autarquia, em comunicado.
Moderada pelo escritor Luís Jales de Oliveira, a sessão abordou a importância do trabalho feminino, nomeadamente das rendilheiras de Mondim de Basto e contou com um painel de investigadores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
No âmbito da conferência, desenvolveu-se, ainda, “uma reflexão sobre a riqueza piscícola do rio Tâmega e dos seus afluentes e sobre as memórias identitárias do povo de Mondim de Basto”, acrescenta.
Os trabalhos foram acompanhados pela vereadora da cultura da Câmara de Mondim de Basto, Carla Silva, que destacou “o valor destes encontros entre investigadores, alunos e comunidade educativa para a preservação e valorização das tradições locais, importantes instrumentos da definição dos traços identitários de um povo”, lê-se na nota.






