Os empresários de Penafiel apelaram ao Governo que reveja o modo de cálculo da medida de apoio de 20% da receita perdida pelas empresas de restauração.
Num comunicado enviado ao Tâmegasousa.pt, a Associação Empresarial de Penafiel sugere “que a medida tenha como termo de comparação os meses de janeiro a outubro de 2019 e não os do ano presente”.
“É por demais evidente que o ano de 2020 foi já um ano de quebra em que muitos restaurantes atingiram mínimos de faturação, pelo que a comparação do estado atual tem de ser feita com um ano “normal” como o de 2019“, adianta a associação.
E acrescenta: “Apesar desta medida ser meritória, tem de ter critérios de cálculo/incidência realistas de modo a que os empresários se sintam apoiados e não, mais uma vez, desconsiderados”.
Os empresários propuseram ainda a redução do Imposto sobre o Valor Acrescentado que incide naquela atividade para o seu nível mínimo (6%), “nem que seja esta uma medida temporária a vigorar durante o ano de 2021”.
“Não podemos descurar as conclusões do estudo elaborado pela PWC que prevê que uma baixa deste imposto permitiria reter 606 milhões de euros na tesouraria das empresas, assim como suster a perda de até 46 mil postos de trabalho e 10 mil empresas”, salienta ainda a associação.




