A Câmara de Paredes anunciou hoje que aprovou o orçamento municipal para 2021, no valor de 72 milhões de euros, destacando a descida da taxa do IMI ( Imposto Sobre Imóveis) para os 0,3%.
O documento foi aprovado hoje, em reunião do executivo, com os votos a favor do PS e contra do PSD.
Num comunicado, fonte da autarquia destaca que a taxa de IMI estabelecida será a mais baixa de sempre em Paredes, tendo sido ainda aprovada a isenção de Derrama para as PME’s com volume de faturação anual até 150 mil euros.
O orçamento para 2021 estabelece, ainda, o reforço nos apoios sociais às famílias, contempla obras em todas as freguesias e o lançamento do saneamento nas freguesias do sul do concelho (Recarei e Sobreira).
O orçamento da Câmara de Paredes integra, também, as obras municipais do Auditório Municipal e Centro de Congressos e requalificação do Estádio das Laranjeiras.
“De sublinhar que o orçamento para 2021 apresenta o maior valor de obras em curso no concelho de Paredes deste mandato, em 30 milhões de euros”, lê-se no comunicado da autarquia.
“2021 ficará marcado como o ano de arranque de grandes obras, como o Auditório Municipal de Paredes e Centro de Congressos, a requalificação do Estádio Municipal das Laranjeiras e o início do avanço dos investimentos em saneamento no sul do concelho, começando nomeadamente pelas freguesias de Recarei e Sobreira”, destaca Alexandre Almeida, presidente da Câmara de Paredes, citado no comunicado.
PSD VOTOU CONTRA PORQUE MAIORIA SOCIALISTA RECUSOU TODAS AS SUAS PROPOTAS
Contactado pela agência Lusa, o líder social-democrata da oposição, Rui Moutinho, justificou o voto contra o orçamento pelo facto de a maioria socialista ter rejeitado todas as propostas apresentadas pelo PSD.
Algumas apontavam para maior alívio fiscal aos agentes económicos, dentro do que é possível no quadro das competências autárquicas, nomeadamente a isenção de derrama (adicional de IRS) para todas atividades industriais e comerciais, como forma de ajudar os agentes económicos a recuperaram dos “danos” provados pela crise pandémica.









