O Ponto C, em Penafiel, prepara-se para assinalar os seus 24 meses de atividade com um balanço focado na afirmação regional e nacional do equipamento cultural.
Fazendo um balanço do percurso daquele equipamento cultural, o presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Pedro Cepeda, sublinhou a importância e o alcance que o espaço conquistou: “O Ponto C, ao fim destes 24 meses, tem vindo a afirmar-se no panorama regional, mas também a nível nacional”, apontando que, por um lado, surgem “artistas que vêm ao Ponto C e que reconhecem que, de facto, há uma qualidade acústica, há uma qualidade, toda a envolvência, que é diferenciada” e, por outro, regista-se um público “de maior distância, ou seja, pessoas que vêm ao Ponto C assistir a espetáculos que têm qualidade e que por isso fazem quilómetros para poderem assistir aqui aos nossos espetáculos”.

O autarca enfatizou ainda que o projeto foi desenhado para ser “um espaço de oferta cultural para os penafidelenses, mas também foi para a região e para todo o país, para todos aqueles que gostam de cultura e que gostam de vivenciar programas culturais de qualidade”.
Na mesma linha, a diretora artística, Mónica Guerreiro, destacou a diversidade e a abrangência da programação como imagem de marca da casa.

Tendo em conta “esta diversidade e esta quantidade de projetos de diferentes formatos, portanto, estamos a falar da microescala até à grande escala”, os eventos no espaço procuram fugir ao molde tradicional de outros recintos, acabando por ser “um bocadinho aquilo que é uma das nossas marcas, que é procurar um pouco para toda a gente”, anotou aos jornalistas.
Reafirmando o estatuto do Ponto C como “o único equipamento cultural de referência do concelho de Penafiel”, Mónica Guerreiro salientou a ambição de afirmação a uma escala mais alargada, garantindo que o objetivo passa por manter a transversalidade para que “qualquer munícipe diga: ‘eu tenho ali, no Ponto C, alguma coisa para mim'”.



